
O MP vai instaurar um processo à testemunha por falsas declarações, por considerar que o amigo do homicida apresentou contradições entre o depoimento prestado ontem e o que fizera na PJ, logo após o crime.
O procurador apontou várias incongruências, como o facto de aquele ter dito que após levar seis tiros, a vítima, Cláudio Mendes, continuou a caminhar normalmente e que chegou a virar-se de frente para o engenheiro.
Carlos revelou ainda que no dia do crime levou o homicida à GNR para se entregar. "Entrou no carro e chorou. Colocou as mãos na cabeça e disse: ‘Porque é que ele fez isto? Porque é que ele bateu na minha tia?'".
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