
Simplesmente quero mostrar o que muitas vezes se faz com o que é doado por tanta gente que também precisa e que mesmo assim ajuda os outros.
Venho desta forma fazer o envio de fotos de uma situação que me deixou sem qualquer tipo de palavras para definir o que vi. Isto é lamentável!
As fotos que vos envio foram tiradas nas Vendas da Pedreira. Sei que nesta localidade apenas 3 ou 4 casas são ajudadas portanto não será muito difícil chegar ao autor desta barbaridade. O Banco Alimentar de Aveiro já foi informado através de email e espero que quem fez isto seja descoberto e que deixe de receber. Não merecem melhor que isto!
Recebido via e-mail
Coisas do Dinheiro
O relatório da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), liderada por Carlos Tavares, sobre o governo das sociedades cotadas em Bolsa apontou os holofotes para Miguel Pais do Amaral, gestor em 73 empresas. Acontece que o Conde da Anadia é accionista em praticamente todas, o que justifica a situação aparentemente insólita.
Menos natural é a acumulação em diversas empresas, sem ligação entre elas, de um pequeno grupo de poderosos que, entre administrações, assembleias gerais e outras comissões, manda verdadeiramente em Portugal. Também relevantes são os rendimentos deste mandarinato, especialmente do que está em funções não executivas e que em cada reunião é pago a peso de ouro.
Foi com grande satisfação que li um artigo no Jornal da Bairrada, na sua última edição sobre a Regeneração Urbana do Centro de Anadia, no qual o sr. presidente da câmara, Litério Marques afirma «no espaço onde esteve o antigo mercado municipal vai dar lugar a um parque infantil».
Esta localização de um parque infantil na cidade, pois o que temos é aquilo que se vê na imagem em cima, também já tinha sido sugerida por mim em artigos de opinião anteriores. Congratulo-me com tal notícia, porque as crianças de Anadia já merecem este espaço há muito tempo. Finalmente escutaram o meu desejo!
Só fico triste com o resto da sua afirmação«O parque infantil mais não é do que uma exigência da própria regeneração». Mais refere ainda o artigo do JB "Um equipamento que inicialmente não estava contemplado e que a Câmara irá suportar integralmente".
Será que o parque é construído porque a lei assim o obriga e não por vontade própria? Ou terei interpretado mal as suas palavras?
A proposta da Carta Hospitalar da Comissão Nacional de Saúde Materna, da Criança e do Adolescente sugere que a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo reveja a necessidade de funcionamento das três urgências pediátricas existentes em simultâneo, nomeadamente durante o período da noite.
Segundo o documento a que agência Lusa teve acesso, a existência em simultâneo destes serviços deve ser reavaliada, na área da Pediatria, os serviços definidos actualmente como de "tipologia de proximidade" passam a desenvolver a sua actividade apenas a nível ambulatório.
A Comissão propõe ainda que o serviço de pediatria do Hospital de Santa Maria Maior, em Barcelos, seja integrado no Hospital de Braga e que o do Hospital Dr. Francisco Zagalo, em Ovar, seja inserido no Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga.
No caso do serviço de pediatria do Hospital de Anadia, que apenas dispõe de um pediatra, a proposta de Carta Hospitalar sugere que a sua integração no Centro Hospitalar do Baixo Vouga ou no Centro Hospitalar Universitário de Coimbra (CHUC).
Aveiro, 15 jun (Lusa) - O presidente da Câmara de Anadia, Litério Marques (PSD), insurgiu-se hoje contra a aprovação de um nó rodoviário na A1, entre Condeixa e Pombal, enquanto continua por fazer o nó previsto para Anadia.
Considerando-se "injustiçado com a decisão", o autarca social-democrata transmitiu a sua indignação em ofício dirigido ao secretário de Estado das Obras Públicas Transportes e Comunicações, queixando-se de assistir "a uma eterna falta de interesse por parte dos sucessivos governos" pelo problema.
Salientando que os constrangimentos da rede viária que serve Anadia são ainda mais sentidos com a decisão de suspender a construção da parte sul da A32, com a qual recebeu a promessa de que o nó de Anadia seria feito, Litério Marques frisou que o nó de ligação "não é uma mera extravagância, mas sim uma necessidade premente".
Assim o demonstram, assegurou, diversos estudos de tráfego, lembrando que os nós mais próximos que "servem" Anadia (Mealhada e Aveiro Sul) distam mais de 24 quilómetros, apesar de Anadia ser o concelho do distrito de Aveiro com maior capacidade de alojamento.
"A situação em nada favorece o incremento e o incentivo à instalação e fixação de empresas no concelho, nem o desenvolvimento dos recursos turísticos existentes", criticou o presidente da Câmara, enumerando a existência no município de infraestruturas como o Centro de Alto Rendimento de Sangalhos, o Complexo Desportivo de Anadia, o Campo de Golfe da Curia, o Museu do Vinho Bairrada e as Termas da Curia e de Vale da Mó.
"Todo o esforço financeiro e estratégico para captar a atenção dos investidores vê-se minimizado pela aparente apatia e falta de interesse da Administração Central no nosso Município e concomitantemente pela população de Anadia", lamentou Litério Marques.
MSO
Lusa / Fim
Começo este escrito ressalvando que posso estar desactualizado. Mas, verdade dos factos - e neste caso da internet -, nada há publicado sobre a inauguração (!), obras em andamento (!) ou início dos projectos (!) da famosa Aldeia Termal de Vale da Mó!
Republicava este blogue,a 08 de Junho de 2009, o seguinte:
E a 08 de Junho de 2010:
Manuel Pinho, presidente do Anadia Futebol Clube, em conversa com o RB, fez um balanço positivo dos dois anos à frente do Clube. Considera que concretizou quase tudo a que se tinha proposto, excepto a questão relativa ao Campo dos Olivais.
Região Bairradina: Que balanço Faz da temporada desportiva?
Manuel Pinho: Não posso dissociar esta época da anterior, dado que o nosso propósito era continuar com os objectivos a que nos tínhamos proposto, desde a sustentabilidade do clube, manutenção de equipas em determinados escalões. O Anadia Futebol Clube não se resume apenas a êxitos desportivos, sendo que é importante que esteja presente na sociedade. É importante salientar que criámos a modalidade de Hóquei.
Quisemos readquirir o estatuto de utilidade pública que o AFC em tempos adquiriu. Havia coisas que tínhamos de fazer e assim melhorámos as condições para a prática desportiva.
Reiniciámos a celebração do nosso aniversário homenageando figuras importantes para o clube.
Infelizmente, não concretizei um projecto a que me propus, que foi a questão dos Campo dos Olivais.
Faço um balanço positivo desta temporada e tenho muita honra em ter servido o AFC. Vou sair deste clube com a sensação de dever cumprido, porque atingi os mínimos a que me propus. Não estou arrependido, nem desiludido por ter estado à frente do AFC.
RB: Na sua opinião o que falhou na equipa sénior para não ter conseguido assegurar a manutenção mais cedo?
MP: No futebol o que dita são os resultados, se me disser que a equipa tem valor para ter assegurado a manutenção mais cedo, inegavelmente tínhamos essa possibilidade, nem que seja só em termos comparativos com as outras equipas. O futebol é isto e não estamos aqui a por em causa o valor da equipa, bem pelo contrário.
(...)
RB: É ponto assente que não vai continuar à frente do AFC?
MP: É ponto assente, esta é a minha posição. Não sou candidato e o cargo está à disposição.
RB: Neste seu mandato, ficou alguma coisa por fazer que gostaria de ter concretizado?
MP: Como já referi anteriormente, o projecto que não consegui concretizar foi o Campo dos Olivais. Este é um espinho que trago na garganta, porque tinha muita vontade de resolver o problema. O AFC é inquilino e apesar de se ter tentado um acordo, o aquisição do espaço foi impossível.
Entrevista completa em RB
Esta noite, dia 10 de Maio de 2012, em Canelas, Freguesia de Avelãs de Cima, Concelho de Anadia, durante vários periodos a emissão TDT não funcionou.
Apesar de termos investido nos apregoados descodificadores, as noticias da televisão publica chegavam nestas condições...
Coincidência ou talvez não, ainda esta semana fomos "bombardeados telefónicamente" pela PT para aceder á MEO...
Felizmente temos o Jornal da Bairrada para nos mantermos informados!
Aldeias Com Vida
Os relatos não são certos, há quem diga que já havia filas à frente da loja antes das funcionárias chegarem. Uns dizem que eram 8h30, outros dizem que ainda não eram 8h da manhã do dia 1 de Maio e já havia quem aguardasse a abertura da Loja.
Tais atitudes não podem ser condenadas, são apenas o espelho do desespero social e/ou da pobreza das pessoas - seja monetária ou de espírito.

É que com tanta confusão as pessoas não fazem realmente as compras que querem, compram o que conseguem ou o que lhes deixam... acabando por sair prejudicadas! Vão ao engano atrás duma réstia de esperança.
As fotos são do Paulo "Cagido".
Recebido via e-mail:
Acontece no Concelho de Anadia...
Cumprimentos,
Mário Rui

As Juntas de Freguesia de Sangalhos e de Avelãs de Caminho estão de candeias às avessas, por causa dos limites entre as duas freguesias.
O problema é antigo e não se vislumbra solução fácil, por isso, António Floro, autarca da freguesia de Sangalhos, equaciona recorrer ao Tribunal Administrativo para pôr cobro ao desentendimento que persiste há décadas.
Na última sexta-feira, em conferência de imprensa, o autarca sangalhense criticou a autarquia vizinha de Avelãs de Caminho, que é liderada por César Andrade, por recentemente ter colocado quatro placas toponímicas em ruas que diz pertencerem à freguesia de Sangalhos, entre o Bicarenho e S. João de Azenha.
Como é visível na fotografia, existem ruas que têm duas placas toponímicas diferentes, colocadas uma pela Junta de Freguesia de Sangalhos e a outra pela autarquia de Avelãs de Caminho.
“No sábado, recebo uma chamada de pessoas do Bicarenho e de S. João de Azenha a dizerem-me que pessoal da Junta de Avelãs de Caminho andava a colocar placas toponímicas ao lado das nossas, ou seja, a darem outro nome às ruas da freguesia de Sangalhos”, acusou António Floro que conta: “por vontade de alguns populares, as placas da discórdia deveriam ser arrancadas”. Contudo, o autarca entende que deverá ser o Tribunal a decidir, uma vez que a breve reunião, realizada entre si, César Andrade e o presidente da edilidade, Litério Marques, não permitiu chegar a um consenso.
“Não quero chegar lá e arrancar as placas. Não é assim que se resolvem as coisas”, revela, admitindo que em causa estão muitos hectares de terreno. Por isso, vai levar esta questão no próximo dia 23, à Assembleia de Freguesia.
César Andrade sustenta a sua posição com base em cartografia oficial: “os limites estão definidos pela Carta Administrativa Oficial de Portugal. São limites pelos quais todos nos regemos e que são do conhecimento da Câmara e de todas as Juntas. Se os terrenos em causa estão registados como sendo de Sangalhos, os serviços competentes é que devem corrigir esses erros”. O autarca de Avelãs de Caminho conta ainda que há uma década esta autarquia colocou placas toponímicas que foram vandalizadas e arrancadas: “queremos boa vizinhança e não alimentamos polémicas. Mas a verdade é que os mapas nunca foram contestados. Como autarca, limito-me a administrar a freguesia através dos limites geográficos oficiais”.
António Floro considera que os limites estão errados, acrescentando que o seu homólogo de Avelãs de Caminho “se agarra ao que mais lhe interessa, ou seja, a mapas mal traçados, em Lisboa”. Por isso, admite ter de recorrer a Tribunal.
No momento em que escrevo estas linhas, o Matadouro Municipal está a ser demolido!
Curiosamente, sem que ainda tenha sido aprovada a Ata nº 06/2012, da Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Anadia, na qual o Executivo, por maioria e com a abstenção dos Vereadores do Partido Socialista, deliberou demolir o Matadouro Municipal...
A Ata, essa, está disponível: e todos podem ver como, no final da reunião, a questão foi decidida.
O Executivo de Litério Marques continua, sem quaisquer remorsos ou tibiezas, a destruir a memória histórica de Anadia, nomeadamente a arquitetónica.
Apenas ficam de pé os Paços do Concelho, também eles já sem a belíssima escadaria que possuiam, substituída por um anódino e assético conjunto de degraus...
Sinto-me vexado como Anadiense por tudo isto passar incólume.
Não me satisfaz, de forma alguma, que numa questão desta relevância os Vereadores do partido político no qual sou filiado se bastem com uma abstenção, não se oponham frontalmente a mais um ataque deste tipo e se bastem com dizer que "a abstenção dos Vereadores do PS vem no decurso da abstenção no âmbito da aprovação de um plano de recuperação das vias, o plano de Requalificação Urbana e Acessibilidades Integradas na Cidade de Anadia, pelo que o projeto em apreciação continua a merecer a abstenção dos Vereadores do PS, uma vez que o mesmo faz parte daquele plano de Requalificação Urbana e Acessibilidades Integradas na Cidade de Anadia.".
A demolição foi levada a cabo e, por esta altura, poderá mesmo já ter terminado.
O espaço fica lá, os escombros do edifício serão transportados para outro qualquer espaço.
O preservar das memórias e muitas das memórias estão perdidas.
E mais um passo foi dado para implodir passado, presente e Futuro de Anadia!
Mesmo que não restem muitos que faltem dar, é esta a caminhada que os Anadienses querem fazer?!
Exmo. Srs.
Como cidadã portuguesa e habitante do município de Anadia, venho por este meio expressar a minha indignação e incompreensão pelo facto da Câmara Municipal de Anadia ter estado fechada na segunda-feira de Páscoa dia 09.04.2012.
A tolerância de ponto dada aos funcionários desta instituição é, no contexto actual do país, no mínimo revoltante e quase insultuoso para os contribuintes.
Muitos cidadãos, eu inclusive, trabalhador do sector privado, quiseram aproveitar esse dia, que para nós é um dia de férias, para poder tratar de alguns assuntos pessoais na Câmara Municipal. Esta ida foi inglória.
Ficamos assim obrigados a perder um dia de trabalho, perder a remuneração de um dia ou perder mais um dia de férias para poder tratar de assunto pendentes.
Enquanto o país atravessa uma situação económica muito difícil. Num país onde é pedido a colaboração de todos para ultrapassar este momento crítico, num país onde os nossos impostos elevadíssimos estrangulam os cidadãos, num país de sacrifícios, mais uma vez a função pública dá o pior exemplo de todos.
Obrigada a Câmara de Anadia por desperdiçar parte dos meus impostos e desprezar a sua população.
Uma cidadã indignada.
Fátima Santos
Infelizmente habituaram os Munícipes a isto e estes calam-se...
Primeiro foi com o Cine-Teatro São Jorge.
Agora com o Matadouro Municipal!
Noticia o Semanário da Região Bairradina que o Executivo Municipal - votos positivos dos Vereadores do PSD e...abstenção dos Vereadores do PS - deliberou demolir o Matadouro, para dar lugar a (mais uma!) rotunda, a menos de meia centena de metros da existente, a repuxada; tudo a bem da pseudo Regeneração Urbana...
Se a deliberação teve ou não lugar desconhece-se: do sítio da Internet da Câmara Municipal de Anadia nada consta, sendo que inexiste ainda a ata da reunião de 28 de Março de 2012...
Mas já estamos cansados da estória...
Deixa-se o edifício sem qualquer cuidado, entregue "às silvas e aos bichos" e depois diz-se, candidamente, que não oferece condições de salubridade e segurança, que tem que ser demolido em prol do bem comum...
Porém, o Matadouro não apresenta paredes em ruína, nem tetos desabados...A opção pela sua destruição é o que é: uma intencional opção, pela destruição de tudo o que constitui a memória local em prol da dita modernidade...
E quanto à natureza jurídica do imóvel, que dizer?
Estão a ser tomados passos para preservar o espaço? Permitirão evitar - mais uma! - demolição?
O edifício do Matadouro é, na sua versão atual, o mais antigo imóvel municipal e público de Anadia; era o único que resistia às constantes investidas destruidoras dos Executivos liderados por Litério Marques.
Os Munícipes vão assistir passivamente à destruição do último reduto histórico?
Um grupo de senhoras da Capela de São Sebastião, em Anadia, não querendo deixar morrer a tradição de celebrar a festa em honra do padroeiro de Anadia (S. Sebastião) vai levar a efeito as festividades.
O programa é o seguinte:
Dia 20: 19h30 – Missa na Capela S.Sebastião com o coro da Igreja
Dia 21: Os gaiteiros “Katembas” percorerá as principais ruas de Anadia
Dia 22: 8h00: Salva de 21 tiros
10h00: Missa na Capela S.Sebastião, seguida de procissão
15h30: Animação no jardim em frente à Capela.
Região Bairradina
Foto de Paulo Cagido
JP-Anadia

Em Janeiro deste ano, em pleno Inverno, o
Jornal da Bairrada denunciou, numa das suas edições, a falta de condições do novo Mercado Municipal de Anadia, sobretudo para os vendedores, a braços com o frio insuportável e a falta de conforto do espaço.
A localização do mercado, situado numa zona alta da cidade e a falta de vedação numa parte do edifício (ao nível do rés-do-chão), onde funciona o mercado, provoca um grande desconforto a vendedores e compradores, durante todo o Inverno.
A solução, dizem, passa por vedar o recinto (com paredes, lonas ou portões de correr), por forma a tornar o frio e o vento mais suportáveis.
No sábado, dia 17 de Dezembro, com temperaturas a rondar os sete graus, JB voltou a este espaço para ouvir o descontentamento de vendedores e clientes que, em Outubro último, fizeram chegar à Câmara Municipal de Anadia uma petição, com mais de três dezenas de assinaturas, exigindo uma rápida intervenção da Câmara no que diz respeito à vedação do recinto, de modo a que o frio e a chuva deixem de massacrar quem por ali circula semanalmente. No entanto, até ao dia de hoje a resposta por parte do executivo de Litério Marques foi o silêncio.
Na missiva enviada a Litério Marques e à qual JB teve acesso, os signatários da petição queixam-se das “más condições humanas” que o mercado possui, tanto para quem compra como para quem vende, sobretudo para estes últimos que passam várias horas neste espaço, ventoso, frio e húmido.
Contactada por JB, a vice-presidente da autarquia anadiense admite tratar-se de um problema complexo e que exige “cuidado na gestão dos interesses dos vários vendedores” e ciente de que é difícil “agradar a toda a gente”, Teresa de Belém Cardoso acrescenta que “o gabinete-técnico da Câmara Municipal está a estudar a melhor solução, que pode passar por uma estrutura fixa ou não, que permita também a circulação de viaturas e que tenha enquadramento com a construção existente”, admitindo ainda que não é uma situação que se resolva facilmente, de um dia para o outro.
Bem, depois de passado o dia e a romaria... perdão - cabeça a minha -, passado o dia de greve... faz-se o resumo sintético (esperando contributos para saber a globalidade da adesão no concelho) do dia 24 de Novembro: tribunal parado e jornalistas da Lusa que não se sabem explicar ou que não sabem geografia.
A GNR interveio hoje quando grevistas tentaram bloquearam a circulação de comboios na Pampilhosa (Anadia) e em Penafiel, informou fonte do comando geral da corporação.
Na zona da Anadia, pelas 10:00, sindicalistas "tentaram controlar o tráfego ferroviário" e na estação da Pampilhosa quiseram travar a partida de comboios, tendo a GNR intervido "sem incidentes".
Pois é... não se entende! Afinal, o que aconteceu com os comboios?

"O poste da Av.do Montouro, já foi substituído. Agora vamos ver quanto tempo levam para repor o lancil no sítio.
Já agora aproveito este espaço, para informar que já existe um passadeira e 4 sinais verticais, 2 de cada lado, para passagem de peões, mas as corridas e excessos de velocidade continuam. Falta uma passadeira para peões à saída da Urbanização, um traço ao centro da via, porque não lombas. Já me esquecia, também já há um sinal de stop à saída da Urbanização".
Foto de Paulo "Cagido", que denunciou inicialmente a situação!